domingo, 26 de julho de 2009

Gripe A

Gripe A
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Vírus Influenza H1N1
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Todos nós devemos colaborar para que o vírus não atinja mais e mais pessoas.
Antes do pânico, compra desnecessária de remédios, devemos ter atitudes básicas de higiene como lavar as mãos...
Pesquisei informações de fontes oficiais e deixo-as disponíveis aqui.
Cuidem da saúde (sempre!).


Perguntas e respostas sobre Influenza A (H1N1) - atualizadas em 16/07/2009:
http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/visualizar_texto.cfm?idtxt=31267
2. Qual a diferença entre a gripe comum e a Influenza A (H1N1)?
Elas são causadas por diferentes subtipos do vírus Influenza. Os sintomas são muito parecidos e se confundem: febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza. Por isso, não importa, neste momento, saber se o que se tem é gripe comum ou a nova gripe. A orientação é, ao ter alguns desses sintomas, procure seu médico ou vá a um posto de saúde. É importante frisar que, na gripe comum, a maioria dos casos apresenta quadro clínico leve e quase 100% evoluem para a cura. Isso também ocorre na nova gripe. Em ambos os casos, o total de pessoas que morrem após contraírem o vírus em todo o mundo é, em média, de 0,5%.

3. Quando eu devo procurar um médico?
Se você tiver sintomas como febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza, procure um médico ou um serviço de saúde, como já se faz com a gripe comum.

4. O que fazer em caso de surgimento de sintomas?
Qualquer pessoa que apresente sintomas de gripe deve procurar seu médico de confiança ou o serviço de saúde mais próximo, para receber o tratamento adequado. Nos casos de agravamento ou de pessoas que façam parte do grupo de risco, os pacientes serão encaminhados a um dos 68 hospitais de referência.
♥♥♥
Boletim Epidemiológico:
http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/boletim_epidemiologico_influenza_23_07_2009.pdf

domingo, 5 de julho de 2009

Avaliação Descritiva Ed. Infantil

Relatos de aprendizagem
1º semestre
Jardim

A adaptação de nome da criança na turma do jardim foi tranqüila. Adaptou-se com facilidade e segurança à rotina, Professora e colegas de turma.
Ao chegar na sala demonstra alegria e independência, guarda seu material no local apropriado e logo interage com o grupo.
Nos momentos de recreação livre em sala, Matheus gosta de brincar com jogos, lego, brinquedos e embalagens do supermercado da sala.
nome da criança realiza todas as atividades propostas com bastante dedicação e interesse, às vezes se dispersa com as conversas. Seus trabalhos são sempre caprichados. Seus desenhos estão em constante evolução, ainda um pouco fora de ordem na folha.
Nas aulas de informática demonstra interesse e motivação. É atento as explicações da professora, manuseia o mouse com facilidade, desenha, pinta e solicita jogos. Tendo assim um ótimo rendimento nas aulas.
Nas atividades de artes plásticas explora os diferentes materiais oferecidos de forma criativa.
De acordo com Paola Gomes, (1999):
O trabalho artístico é importante para que as crianças aprendam a explorar o mundo à sua volta. Existem inúmeros materiais que nos auxiliam a criar e a colocar um pouco daquilo que somos no mundo. (p:108)

Vem evidenciando avanços significativos na linguagem gráfica, escreve o seu nome sem dificuldade reconhecendo as letras do mesmo, algumas do alfabeto e nomes de seus colegas.
Nos jogos matemáticos manifesta interesse e raciocínio lógico rápido. Seria, quantifica e classifica materiais, agrupando-os pelos atributos de cor, forma e tamanho. Registra quantidades em seus relatórios usando materiais concretos. Identifica os números de nível de jardim, de 1 a 9, estabelece a relação de número e quantidade entre eles.
Participa também dos jogos que envolvem letras, nomes e rótulos, saindo-se muito bem. Reconhece o nome da maioria dos colegas e tem uma ótima percepção visual.
Sua linguagem encontra-se em desenvolvimento, comunica-se de forma clara e objetiva, adora contar suas vivências na roda, momento esse em que é muito participativo e alegre.
Segundo Jane Felipe, (1999):
O uso da linguagem como instrumento de pensamento supõe um processo de internalização da linguagem, que ocorre de forma gradual, completando-se em fases mais avançadas da aquisição da linguagem. (p:26)

Na hora de ouvir histórias é muito atento, discutindo todos os assuntos abordados, interpreta e ordena de forma lógica as mesmas.
De acordo com Gládis Kaercher, (1999):
O ato de ouvir e contar histórias está, quase sempre, presente nas nossas vidas.
Todos temos necessidade de contar aquilo que vivenciamos, sentimos, pensamos, sonhamos...
Dessa necessidade humana surgiu à literatura: do desejo de ouvir e contar para, através desta prática, compartilhar. (p:81)

No pátio gosta de brincar com todos os colegas, em brincadeiras variadas como: corrida, futebol e super-heróis. Algumas vezes Matheus entra em conflito com os colegas, mas pede sempre a intervenção da professora para que tudo se resolva.
Segundo Leni Dornelles ( 1998):
É pelo brincar e repetir a brincadeira que a criança saboreia a vitória da aquisição de um novo saber fazer, incorporando-o a cada novo brincar. (p:103)

É independente na realização de tarefas como: ir ao banheiro, escovar os dentes, trocar de roupa e colocar o calçado. É muito prestativo com os colegas e Professora.
nome da criança mostrou-se neste primeiro semestre muito afetivo, atento e dedicado, relacionando-se bem com os colegas, Professora e demais funcionários da Escola.
Desenvolveu-se nas áreas sócio-afetiva, psicomotora e cognitiva ampliando seus conhecimentos. Com certeza no próximo semestre continuará crescendo e participando de forma significativa nas atividades propostas.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

ALFABETIZAR É TODO DIA

EXPECTATIVAS DE COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS PARA O 1º ANO

COMUNICAÇÃO ORAL
• FAZER INTERCÂMBIO ORAL, OUVINDO COM ATENÇÃO E FORMULANDO PERGUNTAS.
• MOSTRAR INTERESSE POR OUVIR E EXPRESSAR SENTIMENTOS, EXPERIÊNCIAS, IDEIAS E OPINIÕES.
• RECONTAR HISTÓRIAS DE REPETIÇÃO E/OU ACUMULATIVAS COM BASE EM NARRAÇÕES OU LIVROS.
• CONHECER E RECONTAR UM REPERTÓRIO VARIADO DE TEXTOS LITERÁRIOS, PRESERVANDO OS ELEMENTOS DA LINGUAGEM ESCRITA.

LEITURA
• OUVIR COM ATENÇÃO TEXTOS LIDOS.
• REFLETIR SOBRE O SISTEMA ALFABÉTICO COM BASE NA LEITURA DE NOMES PRÓPRIOS, RÓTULOS DE PRODUTOS E OUTROS MATERIAIS - LISTAS, CALENDÁRIOS, CANTIGAS E TÍTULOS DE HISTÓRIAS, POR EXEMPLO -, SENDO CAPAZ DE SE GUIAR PELO CONTEXTO, ANTECIPAR E VERIFICAR O QUE ESTÁ ESCRITO.
• LER TEXTOS CONHECIDOS DE MEMÓRIA, COMO PARLENDAS, ADIVINHAS, QUADRINHAS E CANÇÕES, DE MANEIRA A DESCOBRIR O QUE ESTÁ ESCRITO EM DIFERENTES TRECHOS DO TEXTO, FAZENDO O AJUSTE DO FALADO AO QUE ESTÁ ESCRITO E O USO DO CONHECIMENTO QUE POSSUEM SOBRE O SISTEMA DE ESCRITA.
• BUSCAR E CONSIDERAR INDÍCIOS NO TEXTO QUE PERMITAM VERIFICAR AS ANTECIPAÇÕES REALIZADAS PARA CONFIRMAR, CORRIGIR, AJUSTAR OU ESCOLHER ENTRE VÁRIAS POSSIBILIDADES.
• CONFRONTAR IDEIAS, OPINIÕES E INTERPRETAÇÕES, COMENTANDO E RECOMENDANDO LEITURAS, ENTRE OUTRAS POSSIBILIDADES.
• RELACIONAR TEXTO E IMAGEM AO ANTECIPAR SENTIDOS NA LEITURA DE QUADRINHOS, TIRINHAS E REVISTAS DE HERÓIS.
• INFERIR O CONTEÚDO DE UM TEXTO ANTES DE FAZER A LEITURA COM BASE EM TÍTULO, IMAGENS, DIAGRAMAÇÃO E INFORMAÇÕES CONTIDAS NA CAPA, CONTRACAPA OU ÍNDICE (NO CASO DE LIVROS E REVISTAS).

ESCRITA E PRODUÇÃO TEXTUAL
• CONHECER AS REPRESENTAÇÕES DAS LETRAS MAIÚSCULAS DO ALFABETO DE IMPRENSA E A ORDEM ALFABÉTICA.
• ESCREVER O PRÓPRIO NOME E UTILIZÁ-LO COMO REFERÊNCIA PARA A ESCRITA.
• PRODUZIR TEXTO DE MEMÓRIA DE ACORDO COM SUA HIPÓTESE DE ESCRITA.
• ESCREVER USANDO A HIPÓTESE SILÁBICA, COM OU SEM VALOR SONORO CONVENCIONAL.
• REESCREVER HISTÓRIAS CONHECIDAS - DITANDO PARA O PROFESSOR OU PARA OS COLEGAS E, QUANDO POSSÍVEL, DE PRÓPRIO PUNHO -, CONSIDERANDO AS IDEIAS PRINCIPAIS DO TEXTO-FONTE E ALGUMAS CARACTERÍSTICAS DA LINGUAGEM ESCRITA.
• PRODUZIR ESCRITOS DE AUTORIA (BILHETES, CARTAS, INSTRUCIONAIS).

BASEADAS NAS EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM EM LÍNGUA PORTUGUESA DA REDE MUNICIPAL DE SÃO PAULO
É FUNDAMENTAL LEVAR PARA A ESCOLA AS MUITAS FONTES DE TEXTO QUE NOS CERCAM NO COTIDIANO, COMO LIVROS, REVISTAS, JORNAIS, GIBIS, ENCICLOPÉDIAS ETC. VARIEDADE É REALMENTE FUNDAMENTAL PARA OS ALFABETIZADORES, QUE DEVEM AINDA ABORDAR TODOS OS GÊNEROS DE ESCRITA (TEXTOS INFORMATIVOS, LISTAS, CONTOS E MUITO MAIS). E, NAS ATIVIDADES DE PRODUÇÃO DE TEXTO, A INTERVENÇÃO DO PROFESSOR É VITAL PARA NEGOCIAR A PASSAGEM DA LINGUAGEM ORAL, MAIS INFORMAL, À LINGUAGEM ESCRITA.
O NÚMERO MAIS RECENTE DO INDICADOR DE ALFABETISMO FUNCIONAL (INAF), DE 2007, MOSTRA QUE SÓ 28% DA POPULAÇÃO BRASILEIRA ESTÁ NA CONDIÇÃO DE ALFABETIZADOS PLENOS. PARA IMPEDIR QUE MAIS PESSOAS FIQUEM RESTRITAS A COMPREENDER APENAS ENUNCIADOS SIMPLES, O DESEMPENHO ESCOLAR NOS ANOS INICIAIS PRECISA DE RESULTADOS MELHORES. ESSA PREOCUPAÇÃO DEVE SER COMPARTILHADA POR PROFESSORES E ÓRGÃOS PÚBLICOS. “O GOVERNO ESTÁ FAZENDO UMA INTERVENÇÃO ESPECÍFICA NAS SÉRIES INICIAIS PARA TER RESULTADOS RAPIDAMENTE, COM DOIS DOCENTES POR SALA, MATERIAL DIDÁTICO DE APOIO, FORMAÇÃO CONTINUADA E AVALIAÇÃO BIMESTRAL”, AFIRMA MARIA HELENA GUIMARÃES DE CASTRO, SECRETÁRIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DE SÃO PAULO.
EXPECTATIVAS DE COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS PARA O 2º ANO

COMUNICAÇÃO ORAL
• PARTICIPAR DE SITUAÇÕES DE INTERCÂMBIO ORAL, OUVINDO COM ATENÇÃO E FORMULANDO PERGUNTAS SOBRE O TEMA TRATADO.
• OUVIR COM ATENÇÃO CRESCENTE A OPINIÃO DOS COLEGAS, EXPRESSAR SUAS IDEIAS, RELACIONÁ-LAS AO TEMA E FAZER PERGUNTAS SOBRE OS ASSUNTOS ABORDADOS.
• APRENDER A RESPEITAR MODOS DE FALAR DIFERENTES DO SEU.
• RECONTAR HISTÓRIAS CONHECIDAS, RECUPERANDO CARACTERÍSTICAS DA LINGUAGEM DO TEXTO ORIGINAL.
• APRENDER A FALAR DE MANEIRA MAIS FORMAL E, ASSIM, SE PREPARAR PARA SE COMUNICAR EM SITUAÇÕES COMO ENTREVISTAS, SARAUS, RECITAIS, CANTORIAS E SEMINÁRIOS, ENTRE OUTRAS.

LEITURA
• APRECIAR TEXTOS LITERÁRIOS.
• COMPREENDER A NATUREZA DO SISTEMA DE ESCRITA E LER POR SI MESMO TEXTOS CONHECIDOS.
• COM A AJUDA DO PROFESSOR, LER DIFERENTES GÊNEROS (LITERÁRIOS, INSTRUCIONAIS, DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA, NOTÍCIAS), APOIANDO-SE EM CONHECIMENTOS SOBRE TEMA, CARACTERÍSTICAS DO PORTADOR, GÊNERO E SISTEMA DE ESCRITA.
• LER, POR SI MESMO, TEXTOS CONHECIDOS, COMO PARLENDAS, ADIVINHAS, POEMAS, CANÇÕES E TRAVA-LÍNGUAS, ALÉM DE PLACAS DE IDENTIFICAÇÃO, LISTAS, MANCHETES DE JORNAL, LEGENDAS, QUADRINHOS E RÓTULOS.
• COLOCAR EM AÇÃO DIFERENTES MODALIDADES DE LEITURA EM FUNÇÃO DO TEXTO E DOS PROPÓSITOS DA LEITURA (LER PARA BUSCAR UMA INFORMAÇÃO, PARA SE ENTRETER, PARA COMPREENDER ETC.).
• COORDENAR A INFORMAÇÃO PRESENTE NO TEXTO COM AS INFORMAÇÕES ORIUNDAS DAS IMAGENS QUE O ILUSTRAM (POR EXEMPLO, NOS CONTOS, NAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS, EM CARTAZES, EM TEXTOS ESPORTIVOS E NAS NOTÍCIAS DE JORNAL).
• AMPLIAR SUAS COMPETÊNCIAS LEITORAS: LER RAPIDAMENTE TÍTULOS E SUBTÍTULOS ATÉ ENCONTRAR UMA INFORMAÇÃO, SELECIONAR UMA INFORMAÇÃO PRECISA, LER MINUCIOSAMENTE PARA EXECUTAR UMA TAREFA, RELER UM TRECHO PARA RETOMAR UMA INFORMAÇÃO OU APRECIAR AQUILO QUE ESTÁ ESCRITO.
• ANALISAR TEXTOS IMPRESSOS UTILIZADOS COMO REFERÊNCIA OU MODELO PARA CONHECER E APRECIAR A LINGUAGEM USADA AO ESCREVER (COMO OS AUTORES DESCREVEM UM PERSONAGEM, COMO RESOLVEM OS DIÁLOGOS, EVITAM REPETIÇÕES, FAZEM USO DA LETRA MAIÚSCULA, DA PONTUAÇÃO).

ESCRITA E PRODUÇÃO TEXTUAL
• ESCREVER ALFABETICAMENTE, AINDA QUE COM ERROS ORTOGRÁFICOS (AUSÊNCIA DE MARCAS DE NASALIZAÇÃO, HIPO E HIPERSEGMENTAÇÃO, ENTRE OUTROS).
• REESCREVER HISTÓRIAS CONHECIDAS, DITANDO-AS OU DE PRÓPRIO PUNHO.
• PRODUZIR TEXTOS SIMPLES DE AUTORIA.
• REVISAR TEXTOS COLETIVAMENTE, COM AJUDA DO PROFESSOR E DOS COLEGAS, PARA MELHORÁ-LOS E, ASSIM, COMPREENDER A REVISÃO COMO PARTE DO PROCESSO DE PRODUÇÃO.
• APRENDER A SE PREOCUPAR COM A QUALIDADE DE SUAS PRODUÇÕES ESCRITAS, NO QUE SE REFERE TANTO AOS ASPECTOS TEXTUAIS COMO À APRESENTAÇÃO GRÁFICA.

BASEADAS NAS EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM EM LÍNGUA PORTUGUESA DA REDE MUNICIPAL DE SÃO PAULO
http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/alfabetizacao-inicial/alfabetizar-todo-dia-431196.shtml

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Presentes para a mamãe






AQUI ESTÃO AS FLORES DO MODELO ANTERIOR, ESSAS FORAM FEITAS PELOS MEUS ALUNOS... FICARAM LINDAS...

ESSE QUADRINHO ELES PINTARAM PARA DAR DE PRESENTE A MAMÃE...

CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIÁ-LA!!!

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Sugestão para o Dia das Mães





Olha só que legal esta ideia com caixa de ovos...

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Descobrimento do Brasil



Estas caravelas são obras dos meus alunos.
Utilizei uma caixinha de creme dental, palito de picolé e o desenho das velas.

domingo, 19 de abril de 2009

Projeto: "Convivendo com as diferenças"

Escola xxxxx xxxxx

Projeto: Convivendo com as diferenças

Turma: Jardim nível B

Professora: xxxxxx

Período: 13 de abril a 15 de maio de 2009

Conteúdos:
• Dia do Índio;
• Solidariedade;
• Valores e sentimentos;
• Descobrimento do Brasil;
• Os cinco sentidos;
• Dia das mães;
• Cores;
• Formas geométricas;
• Coordenação motora fina
• Linguagem;
• Desenvolvimento da percepção visual;
• Construção do número;
• Conceitos espontâneos;
• Conhecimento lógico-matemático;
• O fazer artístico: pintura/ modelagem/ recorte/ colagem;

Objetivos:

• Expressar-se utilizando diferentes linguagens (oral, plástica, musical, gráfica, corporal).
• Desenvolver a criatividade;
• Conhecer e refletir sobre a história dos índios;
• Conhecer, analisar e debater os hábitos e costumes indígenas;
• Conhecer, analisar e debater a influência indígena em nossa vida;
• Experimentar diferentes sensações envolvendo os sentidos;

Desenvolvimento:

• Pesquisa do vocabulário usado pelos indígenas e seus significados;
• Confecção de um dicionário ilustrado sobre o vocabulário usado pelos indígenas;
• Jogo dos Indiozinhos (barquinho feito de dobradura), joga-se o dado para saber quantos índios ficarão no barco;
• Localização em Mapa ou Globo Terrestre pontos do território nacional onde ainda vivem tribos indígenas;
• Comparação do modo de vida dos índios de outras regiões com o modo de vida dos índios que ainda habitam a floresta amazônica
• Leitura de histórias que tratem do indígena e seus valores;
• Atividades artísticas manuais e plásticas vivenciando um pouco da cultura indígena, criando objetos e instrumentos musicais.
• Jogo das sensações. Entendendo como algumas pessoas vivem com a falta de alguns sentidos;
• Confecção do presente para a mamãe.